
Até o momento, não consigo avaliar exatamente o que se deu comigo em pelo menos duas ocasiões muito estranhas. Cabe trabalhar pra que 2009 não seja mais do mesmo e talvez eu procure ajuda especializada. Cabe trabalhar. Porque um cara como eu gosta de viver num nível razoável e quer manter esse nível. Porque um cara como eu precisa encontrar uma identidade e ser reconhecido a partir dela.
Sei. Sou um escritor e não tenho vergonha disto. Muito ao contrário. Se há algo que eu ame em mim, é justamente isso: a forma como eu sinto as coisas, os fatos da vida e como eu os transformo no papel. Isso por si só já é uma terapia. É um estilo de vida. Sim, eu tenho estilo.
Há o fato de conviver em sociedade. E isso remete a algumas necessidades. A sociedade cobra. E tenho de ser alguém pra ela. Mais pra mim do que pra ela, porque o reconhecimento por ser o responsável por algo bem feito é... inebriante. Então não nego meu orgulho e minha necessidade de que isso aconteça.
Tenho uma ideia de onde quero estar em 2009 e não vou medir esforços pra estar lá.
Seja como for, através do sofrimento fui capaz de crescer. Estou crescendo. Continuo, apesar de parecer parado. Mas continuarei num ritmo melhor no ano que vem.
Bom, mas mais que tudo, é hora de dizer o que me fez pirar em 2008 na coisa de artes. Então vamos lá.
Eu pirei com...
Exposições

Beijos e abraços, pessoal. Não demoro a aparecer. Talvez ainda hoje.
NA MINHA VITROLA: THE ARCADE FIRE - Windowsill.
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